SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

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AVALIAÇÃO DO PRINCIPAIS GRUPOS DE RISCO PARA A SEPTICEMIA: CRIANÇAS E IDOSOS NOS ANOS DE 2013 A 2018 NO BRASIL
Manuela Bandeira da Silva Filha, Renata Nogueira Nascimento, Rodrigo Disconzi Nunes, Raylla da Silva Santos

Última alteração: 2018-10-06

Resumo


Introdução: A sepse origina-se de internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), corresponde cerca de 25% das internações no Brasil. Suas principais formas são: sepse não-complicada, sepse grave e choque séptico. Com prevalência em prematuros, crianças abaixo de 1 (um) ano e idosos acima de 65 anos. Objetivo: Confirmar os principais grupos de risco em internação hospitalar pela septicemia Brasil. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, com pesquisas realizadas no Departamento de Informática do SUS (DataSUS), com variáveis como faixa etária e sexo, nos anos de 2013 a 2018. As populações escolhidas para análise foram crianças com idade menor que 1 ano e idosos com idade 60 a 69 anos.  Utilizou-se do qui-quadrado como fator estatístico com nível de 0,05% de significância. Resultados: No período analisado, houve 1520 internações relacionadas a septicemia em todas as faixas etárias, sendo N=198 de crianças e N=198 de idosos, percebeu-se assim uma porcentagem de 13% para crianças e de 13% para idosos, somando 26% para as duas faixas etárias, o que corresponde a um quarto do total. Quanto ao sexo, houve uma maior prevalência em homens em todas as faixas etárias analisadas 845, em detrimento do número de mulheres 675. Conclusão: Os resultados desse estudo demonstraram que crianças e idosos não são grupos de maior prevalência da sepse, uma vez que corresponderam juntos a 26% apenas. A taxa de sepse em homens entre os períodos de janeiro de 2013 e junho de 2018 foi maior do que em mulheres. A septicemia é um problema de saúde pública e deve ser evitada em todas as faixas etárias.

Descritores: Septicemia; Idosos; Crianças; Epidemiologia; Internações


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