SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

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HEPATITE VIRAL NO ESTADO DO TOCANTINS
Nathália Barros Trovo, Camila Macedo Abreu, Maiara Danielle Santos Silva, João Luiz Chaves Machado, Carla Bertonsin Silva Brito, Dayanne Cristine Oliveira

Última alteração: 2018-10-10

Resumo


Introdução: A hepatite viral representa o grupo de doenças infecciosas mais prevalente no mundo, de tal forma, compreender suas formas de infecção e suas manifestações é um importante passo para o controle da enfermidade.  Objetivo: Identificar as principais fontes de infecção e formas de manifestação da Hepatite Viral. Metodologia: Trata-se de um estudo epidemiológico retrospectivo desenvolvido a partir de consulta ao Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Foram considerados para análise, os casos registrados nos últimos cinco anos (2013-2017) utilizando-se das seguintes variáveis: sexo, principais fontes de infecção e formas de manifestação. Resultados: Nos últimos 5 anos foram notificados 714 casos de Hepatite viral no estado do Tocantins, desses, 395 eram pacientes do sexo masculino e 319 do sexo feminino. Considerando o gênero masculino, 157 foram infectados por via sexual, 24 transfusional, 15 por drogas injetáveis, 12 verticais, 1 por acidente de trabalho, 2 por hemodiálise, 24 domiciliar, 2 por tratamento cirúrgico e 158 casos por fonte ignorada. Desses, 83 foram diagnosticados com hepatite aguda, 279 com hepatite crônica, 1 hepatite fulminante, 17 inconclusivos e 15 ignorados. Considerando o gênero feminino, 132 foram infectadas por via sexual, 20 transfusional, 3 por drogas injetáveis, 4 verticais, 1 por acidente de trabalho, 16 domiciliar, 2 em tratamento cirúrgico e 141 casos por fonte ignorada. Dessas, 73 foram diagnosticadas com hepatite aguda, 203 com hepatite crônica, 1 hepatite fulminante, 15 inconclusivos e 27 ignorados. Conclusão: Observou-se uma ocorrência relevante de Hepatite Viral no estado do Tocantins, prevalecendo no sexo masculino por transmissão sexual e sendo diagnosticado tardiamente, quando a hepatite já é considerada crônica. Faz-se necessário uma maior conscientização da população para o rastreio da doença precocemente e políticas públicas que conscientizem a população para evitar sua contaminação.


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