SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

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PUBERDADE PRECOCE: SENTIMENTOS DA FAMÍLIA FRENTE ÀS NOVAS MUDANÇAS
JULLIETE CRISTINA DE OLIVEIRA, RAFAELA FRANCO SANTOS, BRUNO MELO GENE SANTIAGO, BÁRBARA DIAS VALADARES, TÁRSIS DA SILVA SOUSA, ADOLPHO DIAS CHIACCHIO

Última alteração: 2018-10-06

Resumo


Introdução: O aumento de índices de puberdade precoce e a falta de informação familiar é um fenômeno preocupante para os profissionais de saúde e, ainda mais, aos pais que se apresentam limitados em suas ações frente a tal situação que, podem influenciar o nível cognitivo e emocional da criança. Objetivo: Compreender e refletir sobre os sentimentos da família que vivencia a mudança precoce dessa fase da vida. Material e Métodos: Estudo de revisão bibliográfica, na qual foram incluídos artigos científicos concernentes à temática de estudo. A coleta de dados foi realizada por meio de consulta eletrônica nos bancos de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) e repositório da Universidade Federal de Goiás – UFG. Resultados: Puberdade é a transição entre infância e fase adulta, caracterizada por uma série de alterações físicas, endócrinas e psicológicas, o que resulta em maturação sexual e desenvolvimento da capacidade reprodutiva. (MACEDO, 2014). É perceptível que algumas famílias não se encontram preparadas para enfrentar junto com a criança a fase da puberdade e demonstram ainda dificuldades no manejo educacional quando essa surge precocemente. Explicar para os filhos sobre as mudanças físicas, hormonais e até mesmo psicológicas podem ser obstáculos encontrados pelos pais e responsáveis que se sentem impotentes diante a nova fase. Os estágios do desenvolvimento da personalidade sob o ponto de vista cognitivo, físico e emocional devem ser progressivamente reajustados durante o processo do amadurecimento da pessoa. Corpos praticamente empurrados para o mundo dos adultos antes que a maturidade psicológica acompanhe, pode trazer problemas comportamentais a essa criança. (MARTANI, 2007). Observa-se que muitos dos responsáveis pela criança nessa fase não compreendem o real significado da puberdade precoce e não tem conhecimento de quais fatores podem influenciar a criança a desenvolver essa precocidade, dessa maneira, esses pais se veem despreparados, inseguros e até mesmo incapazes de agir. Conclusão Ressalta-se uma importância da interação entre a família e profissionais de saúde, a fim de buscarem juntos meios de compreendê-la diante das angústias dessa nova fase. Faz-se necessário que a família conheça essas alterações na criança, para que possam cuidá-la adequadamente, proporcionando todo apoio familiar necessário. Sugere-se, portanto aos profissionais de saúde a formação de grupos educativos, junto às famílias, a fim de abordar a temática para que compreendam o que é esta alteração e sintam-se co-responsáveis no tratamento dessas crianças não somente na forma técnica, mais também na criação de vínculos ligados a valores e cultura.

 

Descritores: Puberdade precoce. Puberdade. Adolescência.  Família.

 

 

 


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