SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

Tamanho da fonte: 
AS POPULAÇÕES INDIGENAS BRASILEIRAS E O USO ABUSIVO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS
rita coelho, andrea MARRONI, nara MARRONI, silveira ferreira

Última alteração: 2018-10-10

Resumo


Introdução: O presente trabalho abordará a problemática do alcoolismo nas comunidades índigenas brasileiras, com o intuito de divulgar o que vem afligindo suas culturas (Ponte de Souza, 2009). Objetivo: Desmistificar a causa do alcoolismo, conhecendo a realidade das comunidades índigenas brasileiras sobre o alcoolismo e suas implicações e elaborar estratégias que o profissional de enfermagem poderá utilizar para minimizar o alcoolismo indígena. Metodologia: Este estudo é uma pesquisa bibliográfica com analise descritiva que segundo Neves 2007, descreve pesquisa bibliográfica como uma etapa inicial de todo o trabalho científico, onde ocorrem as informações e dados que servirão de base para a construção da investigação proposta a partir de determinado tema. Baseada em material já publicado, através de artigos científicos. A busca dos artigos bibliográficos, entre os anos de 2002 a 2015, em sites, científicos Scientific, Redalyc, Amazonia, Scielo, Efdeportes (revista digital), revista latino americana, google acadêmico. Resultados: Muitas comunidades devido à baixa renda, e também a depressão, vem se acolhendo ao uso de álcool, muitas vezes para esquecer ou até mesmo por achar que irá amenizar a tristeza devido à pobreza, fazendo com que o uso abusivo do álcool se torne cada vez mais frequente, não sendo mais só utilizado nos rituais (M. Guimarães, 2007). Devido também a diversidade de bebidas vem sendo um atrativo para os indígenas, fazendo o uso cada vez maior, tornando um problema de saúde pública em todo o território brasileiro (Ponte de Sousa, 2007). É um costume antigo o uso de bebidas alcoólicas fermentadas, associado tanto ao contexto religioso quanto ao profano, sendo um problema social (Ponte de Sousa, 2006). Conclusão: Diante do que foi levantada uma das grandes interferências foram as mudanças nos padrões de moradia e habito dos grupos não indígenas, ao analisar as mudanças de comportamento observou-se que o uso de bebidas alcoólicas nas comunidades indígenas esta acontecendo cada vez mais cedo de modo mais frequente e violento, onde há dificuldades coletiva em se lidar com tal comportamento (M. Guimarães, abril. 2007). O profissional de enfermagem deve trabalhar junto com a população indígena prestando sua assistência como forma de auxiliar no tratamento para os dependentes do álcool, mostrando os riscos no uso excessivo minimizando os problemas de saúde destas comunidades (Felix de Melo, 2007).

 

Palavras chave: População Indígena. Alcoolismo. Profissionais da saúde. Bebidas fermentadas.

 

 


É necessário inscrever-se na conferência para visualizar os documentos.