SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

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INCIDÊNCIA DE LEISHMANIOSE VISCERAL, DE 2013 A 2018, NO ESTADO DO TOCANTINS E NO TERRITÓRIO NACIONAL
Leticia da costa lins, Luana lopes bottega, Ana Clara Franco Gomes, jessica alves brito dos santos

Última alteração: 2018-10-06

Resumo


Introdução: A leishmaniose visceral é uma zoonose de transmissão vetorial, causada por um protozoário do gênero leishmania, é caracterizada por manifestações clinicas sistêmicas, acometendo principalmente fígado, baço e medula óssea. Objetivo: Analisar e comparar a prevalência de casos de leishmaniose visceral entre a faixa etária de menores de 1 a 14 anos de idade  entre o Estado do Tocantins e o Território Nacional. Métodos: Consiste em um estudo transversal epidemiológico descritivo, realizado na faixa etária entre menores de 1 a 14 anos, no período de 2013 a 2018 segundo dados confirmados de notificação do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Resultados: Foram registrados 564 casos de leishmaniose visceral na faixa etária de menores de 1 a 14 anos de idade no período estudado no estado do Tocantins. O ano de maior incidência de casos foi 2013 com 134 casos (23,75%), seguido por 2016 com 103 casos (18,26%). No Brasil foram notificados 7632 casos, sendo 1499 (19,64% ) no ano de 2017, e 1409 (18,46%) em 2014. Pode-se observar que o Estado do Tocantins corresponde a 7,3% dos casos no Brasil, e o período de maior incidência no Tocantins foi nos anos de 2013 e 2016. Conclusão: A leishmaniose visceral é uma doença grave e muitas vezes negligenciada. No Brasil, a faixa etária de maior prevalência coincide com a do Estado do Tocantins (1-4 anos). Portanto, cuidados preventivos da atenção básica, controle de cães errantes e campanhas para vacinação e uso de coleira contra o calazar em cães domésticos em conjunto com diagnóstico prévio e efetivo dos profissionais da saúde reduziriam os 7,3% de casos no Estado do Tocantins nos últimos 5 anos.

Palavras chave: LEISHMANIOSE VISCERAL, SAÚDE DA CRIANÇA, EPIDEMIOLOGIA, NOTIFICAÇÃO.

 


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