SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

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EFICIÊNCIA NO USO DO NITROGÊNIO EM MILHO TROPICAL
Lázaro Tavares da Silva, Weder Ferreira dos Santos, Layanni Ferreira Sodré, Fernando Assis de Assunção, Eduardo Tranqueira da Silva

Última alteração: 2018-10-10

Resumo


Introdução: Encontrar genótipos eficientes na absorção do pouco nutriente presente no solo é de suma importância para auxiliar agricultores na seleção de genótipos específicos ou escolher genótipos para serem usados nos programas de melhoramento de plantas. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo classificar genótipos de milho quanto à eficiência ao uso do nitrogênio no Tocantins. Material e Métodos: Foram realizados dois ensaios de competição de genótipos de milho em Palmas-TO, na safra 2017/2018, sendo um para condição de alto N e outro para baixo N, aplicado em cobertura. O delineamento experimental de cada ensaio foi o de blocos ao acaso com três repetições e 32 tratamentos. Para identificar os genótipos eficientes e responsivos aos ambientes foi utilizada a metodologia de Fageria & Kluthcouski (1980). As médias dos genótipos, ambientes e índices de eficiência e resposta foram comparadas pelo teste de grupos de Scott - Knott (1974), a 5% de significância, utilizando o programa SISVAR. Resultados: Verifica-se que houve efeito significativo de genótipos e da interação entre genótipos e ensaios sobre a característica produção de grãos, evidenciando variabilidade genética. O coeficiente de variação foi de 8,10%, classificado como baixo, de acordo com Pimentel-Gomes. As médias de produtividade de grãos dos 32 genótipos avaliados variaram de 2.444 kg ha-1 (UFT-12), na situação de baixo N, a 7.889 kg ha-1 (UFT-9) na situação de alto N. Os genótipos avaliados no ensaio de Baixo N tiveram suas médias variando de 2.444 kg ha-1 (UFT-12) a 6.800 kg ha-1 (UFT-10) e apresentaram cinco grupos de médias. No ensaio de Alto N, as médias variaram de 4.356 kg ha-1 (UFT-7) a 7.889 kg ha-1 (UFT-9) e foram encontrados quatro grupos de médias para a produtividade, onde o grupo com as maiores médias foram os genótipos UFT-9 (7.889 kg ha-1), UFT-10 (7.822 kg ha-1), UFT-1 (7.422 kg ha-1) e UFT-21 (7.187 kg ha-1). A metodologia de Fageria & Kluthcouski (1980) apresenta genótipos eficientes à aplicação de N (UFT-9, UFT-4, UFT-22, P28-2B, UFT-20, UFT-18 UFT-8, UFT-6, P29-M5, P37-3, UFT-10, P24-M10, UFT-13, UFT-15, UFT-5 e P32-11) (à direita do eixo vertical pelos quadrantes I e IV da Figura 1). Conclusão: Os genótipos UFT-9, UFT-4, UFT-22, P28-2B e UFT-20 são mais eficientes e responsivos à adubação de nitrogênio.

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