SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

Tamanho da fonte: 
CUIDADOS PALIATIVOS EM PACIENTES TERMINAIS DE CÂNCER: UM RECORTE BIBLIOGRÁFICO
KAIRO SAIRO PORTO DE MELO, Geovana Christina Isidoro Bezerra, Gleyssi Couto de Souza Gomes, Nathalia Tararam Zanetti, Rafaela Pires Pereira Garcia, Kataniza Lorena Fernandes Viana da Silva de Melo

Última alteração: 2018-10-06

Resumo


Introdução: O portador do câncer terminal, devido ao processo natural da doença, torna-se gradativamente mais dependente de cuidados que proporcionem uma melhor qualidade de vida, em aspectos biológicos, psicossociais e espirituais. Objetivo: conhecer a produção científica publicada sobre a realização de cuidado paliativo como forma assistencial ao paciente em fase terminal de câncer. Material e Métodos: foi realizada uma consulta em periódicos nacionais, mediante acesso às bases de dados eletrônicas, PubMed, LILACS, e SciELO, em publicações entre os anos de 2007 e 2017. Foram analisados 19 artigos científicos. Resultados: para melhor compreensão, os resultados foram disponibilizados em três categorias. Paciente como foco do cuidado: é fundamental garantir a autonomia, respeitando os princípios bioéticos, assegurar um tratamento onde seja valorizada sua dignidade, assim como respeitados seus questionamento, e estabelecer um plano de cuidado que possa assegurar seu conforto e qualidade de vida, mesmo com o prognóstico ruim da doença. Equipe multiprofissional e a importância da comunicação: O sucesso da equipe no cuidado paliativo está enraizado em uma comunicação efetiva, esclarecedora e terapêutica, entre a família, o paciente, e a própria equipe, proporcionando uma atenção mais humanizada e de caráter essencialmente holístico, pois, à medida que ela é estabelecida como componente do cuidado no fim da vida, pode reduz o estresse psicológico do paciente permitindo compartilhar com a equipe o seu sofrimento. Percepção e atuação da família diante da terminalidade: Ao perceber a finitude inadiável do ente querido, a família enfrenta um momento de crise resultando em sofrimento, dúvidas e conflitos. De modo geral essa situação descompõe tanto física como psicologicamente os familiares e o paciente. Contudo, a participação da família é essencial para que o processo de finitude relacionado aos desejos finais do paciente. Ressalta-se que estar bem físico, psicológico, emocional e socialmente é garantia de sucesso na percepção das necessidades básicas do paciente e com isso favorecer sua qualidade de vida. Conclusão: Com base nos artigos estudados foi possível identificar a magnitude e importância dos cuidados paliativos na promoção da qualidade de vida, também pôde ser verificado que o paciente é o principal personagem nos cuidados paliativos, sobre ele gira as ações da equipe multidisciplinar assim como a assistência prestada pelos familiares e outros cuidadores.

Introdução: O portador do câncer terminal, devido ao processo natural da doença, torna-se gradativamente mais dependente de cuidados que proporcionem uma melhor qualidade de vida, em aspectos biológicos, psicossociais e espirituais. Objetivo: conhecer a produção científica publicada sobre a realização de cuidado paliativo como forma assistencial ao paciente em fase terminal de câncer. Material e Métodos: foi realizada uma consulta em periódicos nacionais, mediante acesso às bases de dados eletrônicas, PubMed, LILACS, e SciELO, em publicações entre os anos de 2007 e 2017. Foram analisados 19 artigos científicos. Resultados: para melhor compreensão, os resultados foram disponibilizados em três categorias. Paciente como foco do cuidado: é fundamental garantir a autonomia, respeitando os princípios bioéticos, assegurar um tratamento onde seja valorizada sua dignidade, assim como respeitados seus questionamento, e estabelecer um plano de cuidado que possa assegurar seu conforto e qualidade de vida, mesmo com o prognóstico ruim da doença. Equipe multiprofissional e a importância da comunicação: O sucesso da equipe no cuidado paliativo está enraizado em uma comunicação efetiva, esclarecedora e terapêutica, entre a família, o paciente, e a própria equipe, proporcionando uma atenção mais humanizada e de caráter essencialmente holístico, pois, à medida que ela é estabelecida como componente do cuidado no fim da vida, pode reduz o estresse psicológico do paciente permitindo compartilhar com a equipe o seu sofrimento. Percepção e atuação da família diante da terminalidade: Ao perceber a finitude inadiável do ente querido, a família enfrenta um momento de crise resultando em sofrimento, dúvidas e conflitos. De modo geral essa situação descompõe tanto física como psicologicamente os familiares e o paciente. Contudo, a participação da família é essencial para que o processo de finitude relacionado aos desejos finais do paciente. Ressalta-se que estar bem físico, psicológico, emocional e socialmente é garantia de sucesso na percepção das necessidades básicas do paciente e com isso favorecer sua qualidade de vida. Conclusão: Com base nos artigos estudados foi possível identificar a magnitude e importância dos cuidados paliativos na promoção da qualidade de vida, também pôde ser verificado que o paciente é o principal personagem nos cuidados paliativos, sobre ele gira as ações da equipe multidisciplinar assim como a assistência prestada pelos familiares e outros cuidadores.


É necessário inscrever-se na conferência para visualizar os documentos.