SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

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LEISHMANIOSE TEGUMENTAR: UMA VISÃO SOBRE A PREVALÊNCIA E A EVOLUÇÃO PARA A CURA
MURILLO ANDRADE ROCHA, MATHEUS ANDRADE ROCHA, WANESSA ARAÚJO MACHADO, CAMILLA MACEDO ABREU, NATHÁLIA BARROS TROVO, CARLA ANGÉLICA TURINE VON GLEHN DOS SANTOS

Última alteração: 2018-10-06

Resumo


Introdução: A Leishmaniose Tegumentar é uma doença infecciosa endêmica na América Latina. Causada pela inoculação do protozoário do gênero Leishmania através da picada do flebotomíneo do gênero Lutzomyia, seu principal vetor. Objetivo: Relacionar o número de casos de Leishmaniose Tegumentar notificados com a quantidade de pacientes que evoluíram para cura no Brasil nos últimos 6 anos. Material e Métodos: Estudo epidemiológico retrospectivo de 2012 a 2017, cujas amostras utilizadas foram coletadas no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Foram analisados e correlacionados os valores de pacientes diagnosticados com o número de pacientes que evoluíram para cura no Brasil. Resultados: No período analisado, foram notificados 94.620 casos de Leishmaniose Tegumentar, sendo que no último ano, 17.887 casos foram informados. De acordo com os dados do DATASUS, 61.629 casos, ou seja, 65% dos pacientes evoluíram para cura. Foram a óbito 445 pacientes.  Conclusão: De acordo com os dados analisados, pouco mais que a metade dos pacientes diagnosticados com Leishmaniose Tegumentar (LT) foram curados. Esse valor pode ser justificado, pois alguns pacientes abandonaram o tratamento, outros evoluíram para óbito em decorrência da própria patologia ou outras doenças e alguns tiveram mudança do diagnóstico durante o acompanhamento. Outra justificativa seria a subnotificação de casos, que ainda é um grande problema encontrado pelo Sistema Único de Saúde brasileiro, uma vez que a taxa de sucesso do tratamento da LT encontradas na literatura, após início da medicação, são altas.

Descritores: Leishmaniose. Terapêutica.  Evolução clínica.


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