SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi, IV SICTEG - Semana Integrada de Ciência e Tecnologia de Gurupi

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Equações volumétricas para clones GG100 (e. urophylla x e. grandis); VM 58 (e. urophylla x e. camaldulensis) e seminal (e. urophylla x e. grandis)
Bruno Aurélio Campos Aguiar, Thiêssa Tamilla de Carvalho Santana, Dayane Lucena Andrade, Marcos Vinicius Cardoso Andrade, Maria Cristina Bueno Coelho

Última alteração: 2018-10-10

Resumo


Introdução: O gênero Eucalyptus compõe o grupo das principais espécies arbóreas utilizadas comercialmente no Brasil, sendo que, em 2016, a área ocupada por plantios de eucalipto no país totalizou aproximadamente 5,70 milhões de hectare. Objetivo: selecionar equações volumétricas para clones de GG-100, VM-58 e seminal de Eucaliptus, em Aliança, sul do Estado do Tocantins. Material e Métodos: Os dados foram coletados em plantio de Eucalyptus, com 7 anos de idade com espaçamento de 2,5m x 4,0m (1.000 árvores/ha). A seleção das árvores para a cubagem foi realizada a partir da distribuição diamétrica de frequência absoluta. Foi feita a seleção e a cubagem rigorosa usando a metodologia de Smalian, de 48 árvores-amostra com DAP ≥ 12 cm de forma a contemplar toda a distribuição diamétrica. Foram ajustados 18 modelos matemáticos para cada um dos clones e seminal. Através dos resultados do R2 aj., Coeficiente de Variação (%) e análise gráfica de resíduos foram selecionados os melhores modelos. Resultados: Dentre os modelos matemáticos testados para o ajuste de função, os melhores modelos foram Stoate para VM-58, tendo o R2aj 0,86 e o CV% 9,01, Ogaya para GG-100, tendo o R2aj 0,85 e o CV% 6,69 e Schumacher e Hall para Seminal, com o R2aj 0,90 e o CV% 10,13. Conclusão: O melhor ajuste de modelo depende do tipo de material vegetal estudado, comprovando assim a eficiência em realizar o ajuste de funções que descrevem equações volumétricas.


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